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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Freedom ♀

E esse descompasso
   que não quer ser alinhado
Por um lado é babel
   por outro é LIBERDADE
Se uma hora é frio
   n'outra já é cio.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Foto do Rafael Holanda - DF
Libertador é a vida no cerrado
O povo que não tem teto
descobre a mãe Terra

Se pelos homens são maltratados
Pela natureza são agraciados

O direito a contemplar o céu
Aqui é inalienável


¤

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Eu quero o mundo todo dentro de mim

Sentir prazer no prazer

Ser tua, ser do mundo

Destilar nos dias claros

Fazer raiar nos dias nublados...

quarta-feira, 4 de junho de 2014

A nossa chama é o fogo da Revolução!

Feminismo como princípio:

O Estopim! se soma aquelas e aqueles que acreditam numa sociedade com vidas livres de violência em suas várias formas, sobretudo a violência contra a mulher. Vidas livres de preconceito e desigualdades, com garantia da autonomia pessoal, do corpo e da maternidade, liberdade religiosa e sexual.

Nos juntaremos sob a bandeira de uma sociedade com tempo disponível ao desenvolvimento cultural e político, com a garantia de direitos, entre eles o de ir e vir, fazer suas escolhas, do descanso, do lazer, do trabalho, até o direito de ser feliz, seja nas escolas/universidades, no trabalho, em casa, no futebol, nas eleições, nas relações, nas redes e nas ruas.

Entendemos que a construção do projeto democrático e popular é a agenda da esquerda brasileira e mundial. Romper com a privatização da política, a sub representação das mulheres e da juventude nas esferas de tomada de decisão, o genocídio da juventude – em especial das negras e negros, é uma tarefa primordial.

Exigimos igualdade de gênero e um cumprimento efetivo de no minimo 50% mulheres dentro dos espaços em que construímos, como a UNE, UEE's, DCE's, C.A.s, Conselhos de Juventude, organizações sociais como um todo.

Há anos as mulheres têm sido oprimidas pela sociedade machista, capitalista e patriarcal, sendo retiradas dos espaços que lhes pertencem por direito como por exemplo os espaços públicos e políticos ou assumirem um papel de submissão quando ocupam algum desses espaços. A violência contra a mulher se expressa dia após dia de diversas formas, seja verbal, imagética, cultural, física... Não aceitaremos nenhuma diminuição da pauta, subjetivação dos casos, minimizações ou que os casos de violência contra a mulher seja tratada de forma estereotipada.

domingo, 25 de maio de 2014

Copa de reciclagem, debates e poesia!

E essa paixão que falo supera as classes sociais...
       O menino do subúrbio - que já anda descalço por falta de
       condições - tem a mesma paixão pela bola que aquele menino
       na quadra do condomínio.

Entretanto, essa paixão não supera a luta de classes. 
O futebol, enquanto um sonho, terá um palco bem diferente entre eles.

Casa FRIDA vai debater a copa. Pre-pa-ra! 

Voe!


Por que choras, passarinho?
Tens asas,
o mundo sempre te pertenceu...




*Desenho de Maria Helena, 13 anos.
*Poesia: Hellen Cristhyan

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Tinha uma pedra no meio do caminho...

Tanto a teoria pós moderna de "economia colaborativa", quanto esses novos grupos de luta anticapitalista, me parece mais utópico do que o pregado lá no seculo XIX que acreditava na implementação do socialismo por meios pacifistas de forma lenta e gradual.

Atualmente vemos a ampliação de ofertas de bens e serviços a partir de cooperações, em maioria de forma direta entre pessoas produtoras. Ocorre que, mesmo se fortalecermos a sociedade civil e o alcance aos bens comuns por meio dessas novas ferramentas tecnológicas e em rede, a busca pelo lucro não estará cessada.

Muito mais que isso, estamos subestimando a capacidade do capitalismo de se adequar a essas novas formas de troca/venda etc. Esses mecanismos de cooperação também geram um mercado, que gera a cobiça, que gera a necessidade de estabelecer chefes e subordinados, que gera um novo modelo capitalista! Não existe boa fé e boa vontade na burguesia!